Um dia eu iludi-me com uma pessoa, uma ilusão que naquele momento era tudo para mim, era aquilo que eu queria e pelo qual eu esperava, uma ilusão e não passa disso. Tentei que tudo fosse perfeito, tentei fazer-te feliz, mas parece que não fui capaz de o fazer. Deixaste-me, magoaste-me, fizeste de mim lixo, fui só e apenas mais uma. Não passou disso, talvez de uma diversão. Não fui correcta contigo mas tu também não o soubeste ser. Mas depois de várias experiências vividas, depois de tudo o que lutei ter acabado por fim. No meio disto tudo surge uma reviravolta. Uma (pequena) grande reviravolta, por vezes boa, positiva. Eu descobri-te, encontrei-te no meio de tantas pessoas, encontrei-te e sinto-me tão feliz! Conseguis-te ser quem eu queria e esperava neste momento. Esperava por um rapaz que me fizesse rir estupidamente, que me fizesse dar uma gargalhada por tudo e por nada, que me soubesse levantar da melhor maneira, que me desse valor, que soubesse gostar verdadeiramente. Esse rapaz existe e és tu! És tu que provocas essas reacções todas em mim, reacções boas! Desculpa cada erro, desculpa cada desilusão, desculpa. Mas obrigada por seres quem és e por me tornares na pessoa que sou quando estou contigo, P’! <3
Sentimentos vividos!
segunda-feira, 13 de junho de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Calma, é apenas um pouco tarde.
Cometi tantos erros, fiz tantas loucuras, partilhei demasiado, dei demais, fiz coisas a mais. Num ano fiz tanta coisa, coisas boas e más, como é óbvio. Fiz sorrir e fiz chorar, magoei e fui magoada, desiludi e orgulhei, aprendi e cai, errei e emendei, (…). Gostava de um dia tentar perceber porque é que fiz tanta coisa se no final vai tudo dar ao mesmo: nada! Gostava de um dia tentar perceber as pessoas, gostava que todos gostassem verdadeiramente de mim, gostava de tanta coisa e não tenho nada. Gostava de ter a minha mãe a aplaudir-me de pé, com um sorriso na cara, de a conseguir fazer feliz, de a ouvir dizer: ‘Eu tenho orgulho em ti!’ mas acho que isso é sonhar demasiado alto. Acho que estou a sonhar demais para a minha idade, cabeça, para a minha altura e até mesmo para o meu chão. Estou a tentar chegar onde sei que não consigo. Quero atingir o meu limite, quero ser alguém, quero ser um motivo de orgulho um dia, quero tudo (…). Agora é tarde para pedir perdão, é tarde para emendar erros emendáveis, é tarde para sorrir, e cedo para chorar, é tarde para tentar passar quando é quase impossível. É tarde demais para pensar no: ‘Eu consigo!’. Agora é tarde para me esforçar. Deixei-me ir de tal maneira que agora, agora vou-me arrepender de tudo o que fiz e de tudo o que não fiz. De não ter conseguido dar o meu melhor, de não ter dado tudo que podia dar, de todas as minhas atitudes infantis e adultas ao mesmo tempo. Um dia, eu vou crescer e olhar para trás, e aí vou dizer: ‘Só não conseguis-te porque não quiseste. Só não conseguis-te porque não deste o teu melhor. Não deste tudo. Não soubeste partilhar o que há em ti de melhor. Sim, não deste o teu melhor e ainda bem que reconheces-te isso na altura certa.’. Por actos estranhos e impensáveis, vou ficar para trás. Vou ficar sozinha e isolada, vou ficar perdida no meio do preto e do branco. Vão-me deixar porque eu um dia não soube dar o devido valor, vão-me deixar porque eu não soube ser correcta, porque fui uma simples criança, porque fui imatura e porque ainda não amadureci o suficiente. Talvez a culpa não tenha sido só minha, talvez não me tenham dado também o devido valor, não repararam que eu existia quando eu queria dar nas vistas, não repararam em mim e deixaram-me ir completamente sozinha. Agora sou uma adolescente independente, devido a vários factos. Sou uma rapariga que não tem rumo, mas tem uma direcção. Sou uma simples miúda que neste momento não sabe que caminho seguir. Não sei se ando e luto ou se paro e desisto. Não sei se peço perdão ou se espero que o façam. Não sei nada! Mas olha: ‘Calma, é apenas um pouco tarde!’
domingo, 22 de maio de 2011
Cicatriz mal curada!
Tudo o que acontece tem um significado na nossa vida, por muito pequeno que seja. Nem tudo é por acaso. As pessoas não entram na nossa vida só porque sim. Elas não entram e saiem sem terem deixado uma marca em nós. Como tudo, há pessoas que entram e deixam uma pequena marca e outras que (sem querer) deixam pequenas (grandes) cicatrizes. Cicatrizes essas que quanto mais se mexe nela mais ela abre, mais ela vem ao de cima (outra vez), e depois de ela abrir de novo, vêm mais umas tantas lágrimas que se pensava já secas. Eu não deixei que a ferida cicatriza-se completamente e talvez por isso é que continuo a sofrer, por uma cicatriz mal curada. Existe uma dor em mim que ainda não desapareceu à mais de 3 meses, uma dor que me faz chorar, faz-me cair de novo, uma dor que me provoca sensações estúpidas, uma dor que quero apagar, mas que não sai por nada. Esta dor ainda permanece cá dentro, talvez por muito tempo, não sei. Sei que a quero tirar, quero seguir em frente finalmente, quero sorrir ao lado da pessoa que neste momento me tenta fazer feliz. Quero, quero, quero! Quero conseguir olhar para trás e tirar as boas recordações, quero olhar para trás e pensar que aquilo aconteceu e que acabou, quero pensar que aquilo não passou de uma breve experiência que me fez crescer um bocado. Tudo o que aconteceu não passou de uma breve experiência, é verdade, uma experiência que deixou marcas profundas e que sinceramente, não sei se um dia vou ser suficientemente forte para esquecer ou mesmo apagar. Não sei se é por não querer ou não conseguir. Estou confusa, baralhada, perdida, cai e… será que alguém me consegue levantar? Bati bem fundo desta vez, e não sou pessoa de cair desta forma. Bem, ultimamente é o que tenho feito melhor: cair, cair e cair. Falta-me alguma coisa para me sentir bem e completa, falta-me aquilo que eu não posso ter, falta-me o tal ‘fruto proibido’, falta-me o impossível, falta-me aquilo que foi meu e agora é de outra. Falta-me o ar e o chão, o sorriso e a lágrima (…) falta-me sem dúvida a vontade de viver separada de ti!
sábado, 21 de maio de 2011
A nossa vida é inconstante!
Há coisas que podem durar pouco tempo e outras que duram muito tempo. Há coisas que nunca mudam e outras podem até surpreender-nos. Há coisas fáceis e coisas difíceis. Há coisas possíveis e coisas impossíveis. Há acontecimentos previsíveis e acontecimentos imprevisíveis. Na nossa vida tudo é possível, nada é certo. ‘A nossa vida é inconstante!’ Pode-nos acontecer de tudo um pouco ou até não se o conseguirmos mudar. Passamos por experiências boas que ficam para a vida toda, ou experiências más no qual nos arrependemos. Relações boas e relações más que acabam mal e porcamente (desculpem a expressão). Há pessoas boas e más. Pessoas que nos surpreendem pela positiva e outras (infelizmente) pela negativa. Passamos bons momentos e passamos momentos que só nos apetece esquecê-los. Sim, há de tudo um pouco na nossa vida. Sorrimos, choramos, lutamos, perdemos, ganhamos, aprendemos, caímos, levantamo-nos, erramos, desculpamos, pedimos perdão, aceitamos, corrigimos, mudamos, desistimos, calamo-nos, gritamos, berramos, (…). Podemos cair, mas há sempre alguém que está lá para nos levantar. Há sempre alguém, há que encontrar essa pessoa simplesmente! Eu procurei e já encontrei duas pessoas (:
(Obrigada por tudo o que têm feito por mim, todo o apoio. Obrigada Andreia Morgado e Paulo Florindo)
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Uma amizade linda!
Há pessoas que entram na nossa vida de uma maneira que nem nós próprios sabemos, só notamos que essa pessoa entrou verdadeiramente quando essa pessoa faz algo por nós que nem nos apercebemos e nem damos valor. Ela entra e nem damos valor a isso, entra e para nós é ‘cagatório’ (desculpem a expressão), pensamos sempre em: ‘ó, é só mais uma simples pessoa’. Não damos o devido valor, até que essa pessoa faz de tudo por se mostrar, mesmo sem se aperceber que o está a fazer. Essa pessoa passado algum tempo consegue despertar em nós uma certa curiosidade, uma certa vontade, um certo gosto, (…). Não sei se isso é bom ou mau, não sei mesmo. O que eu sei é que sentir-me outra vez bem comigo própria é bom! Sentir-me amada, desejada, feliz, é bom! Fizeste-me soltar um sorriso desde o início, uma gargalhada quando estou mal, dás-me um abraço quando estou prestes a chorar, preocupas-te tanto comigo, e fazes-me sentir tão bem! (Eu adoro-te muito mesmo e obrigada por tudo o que
tens feito por mim!)
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