Tudo o que acontece tem um significado na nossa vida, por muito pequeno que seja. Nem tudo é por acaso. As pessoas não entram na nossa vida só porque sim. Elas não entram e saiem sem terem deixado uma marca em nós. Como tudo, há pessoas que entram e deixam uma pequena marca e outras que (sem querer) deixam pequenas (grandes) cicatrizes. Cicatrizes essas que quanto mais se mexe nela mais ela abre, mais ela vem ao de cima (outra vez), e depois de ela abrir de novo, vêm mais umas tantas lágrimas que se pensava já secas. Eu não deixei que a ferida cicatriza-se completamente e talvez por isso é que continuo a sofrer, por uma cicatriz mal curada. Existe uma dor em mim que ainda não desapareceu à mais de 3 meses, uma dor que me faz chorar, faz-me cair de novo, uma dor que me provoca sensações estúpidas, uma dor que quero apagar, mas que não sai por nada. Esta dor ainda permanece cá dentro, talvez por muito tempo, não sei. Sei que a quero tirar, quero seguir em frente finalmente, quero sorrir ao lado da pessoa que neste momento me tenta fazer feliz. Quero, quero, quero! Quero conseguir olhar para trás e tirar as boas recordações, quero olhar para trás e pensar que aquilo aconteceu e que acabou, quero pensar que aquilo não passou de uma breve experiência que me fez crescer um bocado. Tudo o que aconteceu não passou de uma breve experiência, é verdade, uma experiência que deixou marcas profundas e que sinceramente, não sei se um dia vou ser suficientemente forte para esquecer ou mesmo apagar. Não sei se é por não querer ou não conseguir. Estou confusa, baralhada, perdida, cai e… será que alguém me consegue levantar? Bati bem fundo desta vez, e não sou pessoa de cair desta forma. Bem, ultimamente é o que tenho feito melhor: cair, cair e cair. Falta-me alguma coisa para me sentir bem e completa, falta-me aquilo que eu não posso ter, falta-me o tal ‘fruto proibido’, falta-me o impossível, falta-me aquilo que foi meu e agora é de outra. Falta-me o ar e o chão, o sorriso e a lágrima (…) falta-me sem dúvida a vontade de viver separada de ti!
domingo, 22 de maio de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
A nossa vida é inconstante!
Há coisas que podem durar pouco tempo e outras que duram muito tempo. Há coisas que nunca mudam e outras podem até surpreender-nos. Há coisas fáceis e coisas difíceis. Há coisas possíveis e coisas impossíveis. Há acontecimentos previsíveis e acontecimentos imprevisíveis. Na nossa vida tudo é possível, nada é certo. ‘A nossa vida é inconstante!’ Pode-nos acontecer de tudo um pouco ou até não se o conseguirmos mudar. Passamos por experiências boas que ficam para a vida toda, ou experiências más no qual nos arrependemos. Relações boas e relações más que acabam mal e porcamente (desculpem a expressão). Há pessoas boas e más. Pessoas que nos surpreendem pela positiva e outras (infelizmente) pela negativa. Passamos bons momentos e passamos momentos que só nos apetece esquecê-los. Sim, há de tudo um pouco na nossa vida. Sorrimos, choramos, lutamos, perdemos, ganhamos, aprendemos, caímos, levantamo-nos, erramos, desculpamos, pedimos perdão, aceitamos, corrigimos, mudamos, desistimos, calamo-nos, gritamos, berramos, (…). Podemos cair, mas há sempre alguém que está lá para nos levantar. Há sempre alguém, há que encontrar essa pessoa simplesmente! Eu procurei e já encontrei duas pessoas (:
(Obrigada por tudo o que têm feito por mim, todo o apoio. Obrigada Andreia Morgado e Paulo Florindo)
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Uma amizade linda!
Há pessoas que entram na nossa vida de uma maneira que nem nós próprios sabemos, só notamos que essa pessoa entrou verdadeiramente quando essa pessoa faz algo por nós que nem nos apercebemos e nem damos valor. Ela entra e nem damos valor a isso, entra e para nós é ‘cagatório’ (desculpem a expressão), pensamos sempre em: ‘ó, é só mais uma simples pessoa’. Não damos o devido valor, até que essa pessoa faz de tudo por se mostrar, mesmo sem se aperceber que o está a fazer. Essa pessoa passado algum tempo consegue despertar em nós uma certa curiosidade, uma certa vontade, um certo gosto, (…). Não sei se isso é bom ou mau, não sei mesmo. O que eu sei é que sentir-me outra vez bem comigo própria é bom! Sentir-me amada, desejada, feliz, é bom! Fizeste-me soltar um sorriso desde o início, uma gargalhada quando estou mal, dás-me um abraço quando estou prestes a chorar, preocupas-te tanto comigo, e fazes-me sentir tão bem! (Eu adoro-te muito mesmo e obrigada por tudo o que
tens feito por mim!)
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Quero-me libertar de vez!
Estou cansada. Estou simplesmente cansada de sofrer, de chorar, de passar o dia a pensar em ti: de ouvir uma música e lembrar-me de ti, de estar sozinha e pensar em ti, antes de adormecer e pensar em ti, (…). Quero voltar a sorrir de verdade, quero ser eu outra vez, quero libertar-me de vez, mas eu sinto que não sou capaz. Apetece-me sentar-me, e pensar (…). Fiz isso uma vez e apercebi-me que não vale a pena. Desisti! ‘Até um dia. R!’
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